Bota Imobilizadora e seus Benefícios

Saúde - 7 de janeiro de 2021

Provavelmente, você já cruzou com alguém utilizando uma bota imobilizadora. Mas você sabe em quais situações esse produto é recomendado?

Neste artigo, vamos esclarecer suas dúvidas e destacar os principais benefícios de optar pela bota imobilizadora como alternativa ao gesso.

Os Benefícios da Bota Imobilizadora

A bota ortopédica tem a função de manter o tornozelo ou os pés protegidos contra qualquer sobrecarga que possa comprometer o processo de cicatrização. Além disso, por ser mais leve que o gesso, ela permite maior mobilidade, possibilitando a realização de algumas atividades do dia a dia sem grandes restrições. Dessa forma, o usuário pode manter sua autonomia, muitas vezes dispensando o uso de apoios extras, como muletas ou andadores.

Em casos de traumas cerebrais, a bota imobilizadora também desempenha um papel importante, pois ajuda a manter o alinhamento correto das pernas. Isso acontece porque a órtese acomoda a articulação do tornozelo em uma posição neutra de 90º, prevenindo deformidades ao longo da recuperação.

Outro grande diferencial desse equipamento é a facilidade de manuseio. A bota pode ser retirada para tomar banho, fazer sessões de fisioterapia e, em alguns casos, até para dormir, dependendo da recomendação do especialista.

Além disso, a bota imobilizadora costuma ser bilateral, ou seja, pode ser usada tanto no pé esquerdo quanto no direito. No entanto, para que a recuperação seja eficaz, é fundamental escolher o tamanho correto. Também é essencial garantir que as alças estejam bem ajustadas: elas devem estar firmes para garantir o suporte necessário, mas sem causar desconforto ou comprometer a circulação sanguínea.

De acordo com um estudo publicado na revista médica Asia-Pacific Journal of Sports Medicine, Arthroscopy, Rehabilitation and Technology, o uso de botas ortopédicas pode reduzir o tempo de recuperação em até 50%. Além disso, garante mais conforto e praticidade ao longo do tratamento.

Diferença entre a bota de gesso e a bota imobilizadora

Muitos pacientes ainda têm dúvidas sobre para que serve a bota ortopédica e como ela se diferencia do gesso tradicional. Basicamente, a principal diferença está na necessidade de imobilização absoluta.

Em casos de fraturas ou lesões graves, em que a imobilização total é indispensável, o gesso continua sendo necessário. No entanto, em situações que exigem apenas estabilização da área afetada, a bota imobilizadora se torna uma alternativa mais prática e confortável.

De modo geral, a bota ortopédica é recomendada para contusões, luxações (ou entorses), lesões crônicas, fraturas leves e no pós-operatório. Além disso, em casos de lesões neurológicas ou acidentes vasculares cerebrais (AVC), esse equipamento auxilia na manutenção da posição correta da perna, evitando deformidades e proporcionando mais segurança ao paciente.

Vale destacar que o modelo da bota pode variar de acordo com a necessidade de cada paciente, sendo essencial contar com a orientação de um especialista na escolha do equipamento adequado.

Como Escolher a Bota Imobilizadora Ideal?

A bota imobilizadora é essencial para proporcionar suporte, estabilidade e proteção em casos de lesões no tornozelo e pé. No entanto, escolher o modelo correto é fundamental para garantir uma recuperação eficiente. Aqui estão alguns fatores importantes a considerar:

1. Tipo de Lesão

Cada bota imobilizadora é projetada para atender a diferentes condições ortopédicas. Algumas das principais indicações incluem:

  • Entorses do tornozelo – Modelos com suporte médio para estabilização sem rigidez excessiva.
  • Fraturas estáveis – Versões com estrutura reforçada para maior imobilização.
  • Pós-operatório – Botas com ajuste anatômico e material confortável para melhor recuperação.

2. Nível de Imobilização

A escolha do modelo deve considerar a necessidade de movimentação:

  • Bota imobilizadora curta – Indicada para entorses leves, fraturas do metatarso e lesões que exigem suporte moderado.
  • Bota imobilizadora longa – Ideal para lesões mais graves, como fraturas de tíbia e fíbula ou pós-operatório de cirurgias no tornozelo.

3. Conforto e Ajuste

  • Modelos com almofadas internas ajudam a reduzir pontos de pressão e aumentam o conforto.
  • Fechos ajustáveis permitem um encaixe seguro e personalizado para cada paciente.
  • A presença de solado antiderrapante melhora a estabilidade ao caminhar.

4. Material e Tecnologia

As botas modernas substituem a goteira gessada porque oferecem:

  • Leveza e praticidade – Mais fáceis de usar e remover do que o gesso tradicional.
  • Maior higiene – Podem ser higienizadas para evitar odores e irritações.
  • Mobilidade controlada – Permitem caminhadas seguras durante a recuperação.

Conclusão

Escolher a bota imobilizadora ideal depende do tipo de lesão, do nível de suporte necessário e do conforto oferecido pelo modelo. Sempre consulte um especialista para garantir a melhor opção para o seu tratamento.

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